Emater cria programa de suporte à legalização de queijarias

Emater cria programa de suporte à legalização de queijarias. Os fabricantes de queijo, que usam leite pasteurizado como matéria-prima, têm dois anos para se ajustarem à legislação.

Para que as queijarias se ajustem às normas do IMA, a Emater desenvolveu um programa de suporte à legalização

Emater cria programa de suporte à legalização de queijarias

“Para obter sucesso na comercialização de queijos e alcançar um bom faturamento, é necessário manter o padrão de qualidade do produto final, que pode ser conseguido com boas técnicas de fabricação e instalações da queijaria de acordo com os parâmetros legais”, afirma Juliano Gomide Souza, professor do Curso a Distância CPT Instalação de Queijaria e Controle de Qualidade em Livro+DVD e Online.

Embora as normas instituídas pelo IMA - Instituto Mineiro de Agropecuária, tenham facilitado a legalização das queijarias, os fabricantes de queijo devem se adequar à lei o quanto antes. Segundo Tereza Cristina Neves, médica veterinária e supervisora de inspeção sanitária do IMA, todos terão tempo para se adequarem à legislação. Enquanto isso, as queijarias em atividade serão submetidas a contínuas avaliações concernentes à qualidade da água, do leite e do queijo.

Os produtores de queijo, que usam leite pasteurizado como matéria-prima, têm dois anos para se ajustarem à legislação. Nesse período, eles podem continuar a produzir e a comercializar queijos sem problemas. Já as queijarias, que utilizam leite cru como matéria-prima para fabricação de queijos, não terão as mesmas prerrogativas. Nesse caso, os queijos podem ser produzidos apenas para consumo próprio.

Felizmente, a Emater desenvolveu um programa de suporte à legalização dos fabricantes de queijo. No estado de Minas Gerais, mais de 650 agroindústrias têm recebido apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural. Segundo Marco Aurélio Moreira, engenheiro agrônomo da Emater, a qualidade final do queijo depende diretamente de melhorias nas instalações, partindo do curral até a sala de ordenha. E o suporte técnico ajuda as queijarias nesses aspectos.

Além do chão cimentado, o curral deve apresentar cobertura. Já a sala de ordenha deve ser revestida com azulejos. Ambos os ambientes devem ser higienizados diariamente para evitar contaminações. O mesmo vale para os utensílios e equipamentos utilizados na ordenha. O investimento para as melhorias pode ir de R$ 30 mil a R$ 55 mil. Entretanto, parte desse valor pode ser obtida com o auxílio do Pronaf - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar.

Fonte: g1.globo.com

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Andréa Oliveira 10-04-2018 Laticínios

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